



Arizona, USA
Margot Fonteyn Academy of Ballet
Amanda Luzia representa o Coletivo Emaranhado em formação internacional nos Estados Unidos após reconhecimento no Festival Internacional de Dança de Vitória
Em 2024, a bailarina Amanda Luzia participou do Festival Internacional de Dança, realizado em Vitória, Espírito Santo, apresentando a coreografia Dança para Iemanjá, do Coletivo Emaranhado, na categoria Estilo Livre – Solo Avançado. Com essa apresentação, conquistou o 2º lugar em sua categoria.
Além das premiações competitivas, o festival concedeu bolsas de estudo para programas internacionais de formação. Ao final do evento, o diretor Gustavo Ribeiro selecionou Amanda para receber a única bolsa de estudos da Margot Fonteyn Academy of Ballet, reconhecimento que possibilitou sua participação no programa intensivo realizado nos Estados Unidos.
Entre 28 de abril e 16 de maio de 2025, a bailarina Amanda Luzia representou o Coletivo Emaranhado no programa intensivo da Margot Fonteyn Academy of Ballet, no Arizona (EUA), em uma formação internacional voltada ao aprimoramento técnico e artístico.
Ao longo do programa, participou de aulas de Ballet Clássico com o professor Kenneth Ludden, de aulas e ensaios com bailarinos principais do New York City Ballet, além de master classes, workshops de artes visuais, aulas de arte dramática, ensaios em teatro e dress rehearsals no Main Street Theatre.
Na apresentação de encerramento, interpretou uma das quatro variações do repertório clássico estudadas durante a formação e também apresentou a coreografia Dança para Iemanjá, do Coletivo Emaranhado, ampliando sua experiência em diferentes linguagens da dança e em um contexto internacional de intercâmbio artístico.
FICHA TÉCNICA
Bolsista pesquisadora: Amanda Luzia
Coreógrafos: Maicom Souza e Ricardo Reis
Solista: Amanda Luzia
Direção de Produção: Maicom Souza

Lisboa, Portugal
Redutos Criativos
entre Brasil e Portugal
Coletivo Emaranhado realiza residência artística internacional em Lisboa com foco em pesquisa, práticas corporais e intercâmbio cultural
REDUTO: uma percepção filosófica da dança cênica negro-brasileira
Redutos Criativos entre Brasil e Portugal – uma percepção afrodiaspórica
ENCRUZA investiga a metafísica yorùbá como dispositivo epistemológico da dança negro-brasileira. Tendo Exu como eixo conceitual e poético, a obra constrói redutos cênico-ontológicos que articulam corpo, diáspora e memória, colocando em diálogo mito e contemporaneidade na produção coreográfica.
No âmbito deste projeto, o Coletivo Emaranhado realizou sua primeira residência artística internacional, consolidando um processo intensivo de criação, pesquisa e intercâmbio. A residência ocorreu entre os dias 24 de março e 1º de abril de 2026, em Lisboa, totalizando nove dias de atividades imersivas.
A residência articulou práticas corporais, investigação teórica e produção audiovisual em diálogo com o contexto urbano e cultural português, promovendo uma experiência de intercâmbio artístico e formativo. Durante esse período, o coletivo participou de aulas de dança contemporânea ministradas pelo artista cubano Abel Rojo e conduziu uma oficina de dança afrorreferenciada, criando um espaço de compartilhamento de metodologias fundamentadas nas corporeidades negras, nas cosmopercepções afrodiaspóricas que atravessam a concepção de ENCRUZA e na dança como prática de produção de conhecimento.
FICHA TÉCNICA
Coreógrafo e Pesquisador: Maicom Souza
Direção Artística: Ricardo Reis
Direção de Produção: Maicom Souza
Produção Executiva: Laís Loyola da Cruz
Elenco: Jaciara Bernardino, Amanda Luzia, Ricardo Reis e Lorena Markely
Maquiagem: Lorena Markely
LOCAL: Estúdios Victor Córdon - Rua Vítor Cordon, 20, 1200-442 Lisboa, Portugal. | Quinta da Arealva - Arealva, 2800-058 Almada, Portugal.
DATA: 24 a 31 de março de 2026 e 01 de abril de 2026.
Edital nº 01/2025: SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA CUSTEIO DE DESPESAS COM LOCOMOÇÃO PARA CIRCULAÇÃO E INTERCÂMBIO DE PROFISSIONAIS DO SETOR CULTURAL DOS ESPÍRITO SANTO







































